Métodos Aplicados

  Vídeos   Facebook da Trovisca

SAIBA COMO EVITAR A PERDA DE MEMÓRIA

27-09-2018

Embora a perda de memória esteja relacionada à passagem do tempo, a verdade é que uma boa alimentação, a prática de exercícios físicos e evitar hábitos nocivos podem ajudar-nos a atrasá-la.


 

 

A perda de memória pode ter diversas causas, sendo que as mais comuns o stress, a ansiedade e a falta de uma boa noite de sono. A perda de memória pode também surjir em pessoas acima dos 60 anos, quando os neurônios estão mais deteriorados e assim podem reter menos informações, levando ao esquecimento de situações recentes, como onde guardou um objeto, fazer uma tarefa, ou recordar-se de um nome.


Estas situações podem no entanto ser prevenidas com atitudes que estimulam e equilibram o funcionamento cerebral, tais como ter hábitos alimentares saudáveis, ricos em antioxidantes, evitar o stress, praticar exercícios físicos, além de fazer leituras e atividades de concentração.


No entanto, caso a perda de memória comece a atrapalhar as atividades do dia-a-dia ou seja constante, é importante consultar o seu profissional de saúde, para que sejam investigadas possíveis doenças que levam à perda de memória, como o Alzheimer, depressão ou hipotiroidismo, por exemplo.


Assim sendo, as atitudes que se deve ter para evitar problemas de memória ou doenças, principalmente a demência de Alzheimer, são:

 


1. Práticar Exercício Físico 3x por Semana - O exercício físico melhora a circulação e aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro, protegendo as suas células. Deve-se praticar atividades, pelo menos, 3 vezes por semana, mas o ideal seria até 5 vezes por semana.


Além disso, exercitar-se protege o corpo contra outras doenças que são prejudiciais para a saúde cerebral, como pressão alta, diabetes e colesterol.

 


2. Ler e fazer jogos de raciocínio - Manter-se mentalmente ativo é essencial  para estimular as células cerebrais e impedir que se deteriorem, o que leva a dificuldades no raciocínio e retenção de informações.


Assim, a leitura constante, a pratica de jogos que utilizam o raciocínio como palavras cruzadas e sudoku ou até mesmo fazer um curso de línguas, música ou de qualquer assunto que se tenha interesse é desafiante ao cérebro, o que faz com que ele se esforce para se manter ativo.

 


3. Adotar uma dieta mediterrânea - Uma dieta que evita o consumo produtos industrializados, mas é rica em frutas, vegetais, peixes e alimentos integrais, contém elementos essenciais antioxidantes e anti-inflamatórios para o cérebro, sendo muito importante para a prevenção da perda de memória e o desenvolvimento do Alzheimer.


Alguns elementos essenciais de qualquer dieta para a saúde do cérebro são o Omega 3 e Vitamina E, presente no azeite, peixes, nozes e amêndoas, os antioxidantes, tais como a Vitamina C, Zinco, Magnésio e Potássio, presentes nas frutas, legumes e verduras, além de Fibras, presentes em cereais integrais. Além disso, é importante evitar alimentos ricos em açúcar, gorduras saturadas e sal, pois impedem a circulação e dificultam o funcionamento do cérebro.

 


4. Tratar a ansiedade e a depressão - Ansiedade e stress são importantes causas de esquecimentos repentinos e lapsos de memória, pois dificultam a retenção de informações, deixam o cérebro confuso para conseguir acessar as memórias, além de produzir hormonas como o cortisol e a adrenalina, que são letais para o cérebro. Por isso, estas situações devem ser tratadas com atividades de relaxamento, como a meditação, o yoga, exercícios físicos, e a realização de psicoterapia.

 


5. Dormir 6 a 8 horas por dia - O hábito de dormir bem, entre 6 e 8 horas por dia, é fundamental para que o cérebro consiga fixar as memórias e consolidar tudo o que foi aprendido ao longo do dia. Um cérebro cansado também aumenta os níveis de stress e dificulta a retenção de informações e raciocínio ao longo do tempo, o que causa tanto esquecimentos como deixa a pessoa mais confusa.

 


6. Evitar remédios para dormir - Alguns remédios para dormir, como ansiolíticos do tipo Diazepam, Clonazepam (Rivotril) ou Lorazepam, por exemplo, são muitas vezes utilizados em excesso e desnecessariamente, aumentando o risco de Alzheimer.


Outros medicamentos, como anticonvulsivantes e anti-vertiginosos, como Cinarizina e Flunarizina, também podem causar confusão cerebral e esquecimentos. Desta forma, é muito importante iniciar o uso de remédios somente com a devida orientação médica.

 


7. Evitar bebidas alcoólicas - O álcool em excesso, além de outros hábitos, como fumar e usar drogas, são altamente tóxicos para o cérebro, acelerando a perda de memória e dificultando o raciocínio, devendo ser evitados caso se queira ter uma boa saúde cerebral.


fonte: Adaptado de: "Cuide da Saúde"

voltar
NEWSLETTER  l  POLÍTICA DE PRIVACIDADE Copyright @ 2013 INOVAnet,lda. Todos os direitos reservados.